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A Terra sem nós

Imaginem que houve uma catástrofe e todos os seres humanos desapareceram da Terra. O que aconteceria com nosso planetinha?

O jornalista Alain Weisman escreveu um livro (The World Without Us) sobre o assunto, traduzido para o português pela editora Planeta (O mundo sem nós). A revista Scientific American fez uma animação sobre o tema (clique aqui para ver). A narração é em inglês, mas há uma tradução logo abaixo que ajuda a entender.
Achei muito interessante. Será que aconteceria desse jeito mesmo?

Estou lendo a trilogia premiada de Philip Pullman, cujo primeiro livro (A bússola de ouro) terá estréia nos cinemas em dezembro. Estou simplesmente fascinada com a história. Não dá vontade de parar de ler! Absolutamente incrível!

Fazia tempo que eu não lia algo que me prendesse a atenção. Já estou no terceiro livro. Não fosse o trabalho, acho que eu devoraria o livro até acabar.  :)

Se quiser conferir, dê uma olhada nestes links do Submarino:

A bússola de ouro

A faca sutil

A luneta âmbar

Muita gente escreve sempre sem hífen, mas o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa informa que “café-da-manhã” é o nome da refeição matinal, também conhecida como “desjejum”. “Café da manhã”, sem hífen, é o café tomado de manhã.

De volta ao ar!

Depois de receber um processo cível e um criminal por conta de um post que escrevi no final do ano passado, acabei preferindo tirar o site do ar até receber os resultados dos processos. Agora, que fui absolvida em primeira e em segunda instâncias, volto ao ar com força total.

Espero que vocês continuem se divertindo e aprendendo com este site, pois esse é meu objetivo. Tenho muitas novidades (boas e ruins) e muitas notícias que ficaram acumuladas nos últimos meses, em que minha voz foi calada.

Obrigada pelo carinho de todos que me apoiaram nesse período difícil da minha vida e sejam bem-vindos de volta! :)

An inconvenient truth

Ontem assisti ao filme-documentário do Al Gore (ex-candidato à presidência dos Estados Unidos) sobre as alterações climáticas no planeta causadas pelo aquecimento global. Em inglês, “An inconvenient truth”. Em português, “Uma verdade inconveniente”.

Aprendi muitas coisas que não sabia e acho que todos deveriam ver esse filme. Ele traz à tona assuntos que nos abalam, mas também nos despertam para uma nova consciência.

A primeira vontade que tive foi de reciclar. Mas a informação que eu tinha era de que não havia coleta seletiva na minha rua. Entrei no site da Comlurb e descobri que existe coleta seletiva aqui toda terça-feira às 18h. Fiquei feliz de saber que não precisarei brigar por isso. :)

A segunda vontade foi de divulgar o filme e o site. O site está em inglês, mas vou pedir autorização para traduzir os principais pontos para o português. (Isso deve demorar um bocado, mas é algo que realmente quero fazer.)

Existem várias pequenas coisinhas que podemos fazer para reduzir as previsões um tanto macabras do filme. O site do filme e os sites abaixo dão várias dicas e notícias sobre a situação atual e o que já está sendo feito para melhorar essa situação. Se você tiver mais alguma sugestão ou opinião sobre o assunto, solte o verbo! :)

Greenpeace

WWF Brasil

Jornal do Meio Ambiente

Lixo.com.br – achei sensacional!

Conservação Internacional

Instituto Akatu pelo Consumo Consciente

Feliz tudo!

Com sono e ligeiramente alta da única taça de vinho que bebi, desejo a todos vocês:

Feliz Natal!

Feliz Hannukah!

Feliz Solstício de Verão!

Que a luz dessas festas ilumine nossos corações e mentes e nos torne pessoas melhores. Sempre.

Beijos com muito carinho a todos!

O Centro Filológico Clóvis Monteiro, do Instituto de Letras da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) oferece – há 12 anos! – um serviço para tirar dúvidas de português por telefone ou e-mail. As dúvidas são tiradas em 15 minutos por bolsistas da universidade. Além da resposta, o usuário recebe uma pequena bibliografia relacionada à dúvida.

O serviço funciona de segunda a sexta, das 13 às 18 horas, pelo telefone (21) 2587-7254 ou pelo e-mail cefiluerj@gmail.com.

Achei isso o máximo! Espero que ajude vocês de alguma forma!

P.S.: Este blog não é um serviço para tirar dúvidas. Se eu tivesse tempo, faria isso, mas infelizmente não tenho. (Os comentários a este post foram fechados.)

Fim da migração

Como vocês podem ter notado, a migração foi feita de modo tranqüilo. O maridinho competente conseguiu fazer a migração sem que o site saísse do ar. Nem um minutinho sequer. Uma coisa linda! hehehe

Enfim, estamos de volta à programação normal. Viajo na quinta e tenho de terminar dois trabalhos antes da viagem, então preciso correr um pouco. Não deixarei de postar em São Paulo. Aguardem!

Pequenas curiosidades. Li isto em um artigo intitulado “A língua dos índios está de volta“. Veja alguns exemplos de como o tupi influenciou expressões na língua brasileira (lógico que existem muitos outros).

  • Pare com este nhen-nhen-nhen. A expressão vem do verbo nhe’eng (falar, piar) e significa pare de ficar falando, de falar sem parar.
  • O velho jogo de peteca, que é um pequeno saco cheio de areia ou serragem sobre o qual se prendem penas de aves, tem este nome devido ao verbo petek — golpear ou bater com a mão espalmada. É com a palma da mão que se joga o brinquedo.
  • Velha coroca é uma velha resmungona. O termo nasceu do verbo kuruk, que significa resmungar.
  • O verbo cutucar, em português, origina-se do tupi kutuk, cujo significado original — furar, espetar — modificou-se ligeiramente. Em português, cutucar é tocar com a mão ou com o pé.
  • Estar jururu é estar melancólico, tristonho, cabisbaixo. O termo indígena aruru, de onde surgiu a palavra, tem o mesmo sentido.
  • Várias palavras mantiveram pronúncia e significado praticamente originais: mingau (papa preparada geralmente com farinha de mandioca), capim, mirim (que significa pequeno) e socar (do verbo sok, com o mesmo significado).
  • A expressão estar na pindaíba muito brasileiro conhece: significa estar em graves dificuldades financeiras.É uma expressão que vem das palavras pinda’yba — vara de pescar (pindá, isoladamente, significa anzol). Antigamente, quando a pobreza abatia as populações ribeirinhas, era comum se tentar tirar a subsistência do rio, pescando para comer ou para vender o pescado. Segundo os pesquisadores, a expressão nasceu no período colonial brasileiro, em que o tupi em sua forma evoluída conhecida como “língua geral” era falado pela maioria dos brasileiros.
  • A perereca recebe esse nome simplesmente porque ela pula. Vem do verbo pererek, pular, que é também a origem do Saci-Pererê que, por não ter uma perna, anda aos pulos.

Inauguração do Museu da Língua Portuguesa no dia 21 de março, às 10h, em SP.
Achei a notícia maravilhosa. É mais um motivo para ir a São Paulo. Amanhã, dia 21 de março de 2006, às 10h, o Museu da Língua Portuguesa abre as portas ao público.

Fiquei fascinada com a idéia. Dêem uma olhada: http://www.estacaodaluz.org.br/

Introdução no próprio site:

Conheça o Museu da Língua Portuguesa, seu ponto de encontro com a língua, a literatura e a história. Ao invés de paredes, vozes. No lugar de obras, espaços interativos.

No coração de São Paulo, na Estação da Luz, o Museu proporciona uma viagem sensorial e subjetiva pela língua portuguesa, guiada por palavras, autores e estrelas do Brasil.

Espero poder visitá-lo em breve!

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